6 de setembro de 2007

Arthur curtindo Dani Carlos depois de bater cabeça ouvindo Judas Priest e Captain Beyond

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LEIAM COM ATENÇÃO O QUE MEU PAI ESCREVE, ELE SABE DAS COISAS, POIS EU NUNCA DEIXO DE INSTRUI-LO!

Minority Report ou a máfia dos fetos assassinos

Já há quem diga que aborto reduz a criminalidade baseando-se no pressuposto de que filhos indesejados têm mais probabilidade de viver na pobreza e que esta é um importante fator determinante do futuro criminoso. Eis o álibi para a estratégia estatizante de inibir a liberdade e a responsabilidade individuais. A destruição e desagregação da família mediante a legalização do aborto. Pena capital para o futuro delinquente uterino [o feto, que, não tenha dúvidas, É GENTE, é acusado e condenado sumariamente, sem direito á defesa, por contribuir para o aumento da criminalidade!] e concessão à (o) vagabunda [o] da[o] mãe [pai] do privilégio jurídico de não assumir as consequencias dos seus atos, alimentando, assim, a cultura da impunidade hoje reinante no país. A petralha agradece e Marta suplicy aconselha: relaxe, goze e tome cytotec.

Meu filho, escute o que diz sua fessora,se você não estudar vai virar um pensador

Nasci e vivi até os 20 anos no interior, e no interior pobre. Naquela época, roubo de galinha causava comoção. No ano passado, minha cidade natal, que tem 18 mil habitantes, chegou a registrar 13 homicídios, alguns dos quais bárbaros e praticados por jovens, num período de 3 meses. De fato, educação conta e muito, não a das atuais escolas, cujos professores, absolutamente despreparados, incitam alunos á rebeldia e ao desrespeito, sob o pretexto do pensamento crítico, mas aquela dos nossos pais, que era assumida tanto pela escola quanto pela família, porque ancorada em sólidos valores morais, enraízados nos costumes e em nossa longa tradição cristã. A Escola atual e o colpaso da família são, a meu ver, a fonte de toda criminalidade e delinquencia. Quem não ama nem respeita aos pais não tem motivação alguma para cumprir as leis e capacidade nenhuma de reconhecer os direitos do próximo.

O imPTerativo caPTegórico

Eis uma certeza apodítica, essa de que o pt é o partido político mais ético da galáxia. De fato,se encararmos como expressão dos preceitos esotéricos de conduta subtendidos pela atuação petista até agora, isto é, se a colocarmos no contexto da moral esquerdista - a deles em oposição a das pessoas normais -, a frase lullítica é absolutamente verdadeira. A questão é saber qual o princípio supremo dessa ética. Vai uma hipotése. Quem sabe o imperativo ´age de tal modo que fique absolutamente impossível a qualquer mortal saber qual máxima orientou tua ação, a ponto, inclusive, de convencer todos de que houve uma ação sem agente´. Assim, o bom petista, que segue à risca esse imperativo, é aquele cujo postulado prático o leva à crença de que nada lhe é imputável e que o reino de Marx não tarda a chegar. Essa fé inabalável é realmente um signo de santidade, pois opera milagres: homicídio sem homicida, roubo sem ladrão, mensalão sem mensaleiro, acidentes sem substãncia, efeitos sem causa.........moral esquerdista. ****************** O Imperativo categórico, segundo Kant, obriga (necessidade prática) a vontade de seres racionais finitos a verificar se nossas máximas de conduta são ou não universalizáveis, antes de realizarmos o que elas prescrevem, sendo o critério de imoralidade a CONTRADIÇÃO entre a máxima e a ação por ela representada. O imperativo esotérico petista requer o contrário: máxima moralmente boa é aquela que entra em contradição com a ação prescrita, anulando o sentimento moral até de um símio. Só uma moralidade peroba explica o EU NÃO SEI DE NADA. Só falta, agora, o mensalão ser atribuído á midia conservadora, á elite reacionária, ao Bush ou, quem sabe, á moleza do brasileiro em aceitar pagar tanto imposto e encher os bolsos do governo com tanta grana, o que, evidentemente, dá ensejo á corrupção. *************** Eu tenho um amigo, outrora petista [mesmo assim ele é padrinho do meu filho...puta boa vontade minha] que volta e meia diz que burrice tem limite, além do qual se escondem má-fé, impostura, canalhice...E é verdade, pois a burrice esquerdista é tamanha, que não dá pra não acreditar que ela encubra uma grave patologia moral. Veja só. Regra de conduta é algo inerente á consci~encia do sujeito, absolutamente invisível se quem a adota não a expressa. Ações, ao contrário, se realizam no tempo e no espaço e são,em princípio, objeto de percepção. Ocorre que apenas interpretando os atos é que podemos inferir a regra geral subjacente e, algo muito mais difícil, a intenção do agente. A estratégia psicopata dos petistas para garantir essa espantosa blindagem com a qual ficam protegidos de qualquer crítica desfavorável,inclusive caindo nas graças da ´opinião pública[da]´, consiste, se eu entendi bem tal imbrólio,no seguinte: Os atos e, portanto, os sujeitos desses atos são subraídos ao julgamento moral [O Supremo que o diga], sendo substituídos pelos princípios que os petistas dizem ter determinado toda a sua conduta política e que, é óbvio, são contrários áqueles atos. Assim, quando alguém acusa a petralha de ter institucionalizado a corrupção e de praticá-la sistematicamente sob a orientação do próprio partido, eles se esquivam e dizem que a corrupção sempre houve no Brasil e que eventuais ´deslizes´ de um Jóse Diceu não podem ser atribuídos ao partido, cujas 'boas e justas' intenções são imaculadas. Como José Dirceu e outros mensaleiros petistas certamente foram movidos por essa firme e constante disposição de espírito[tendo em mira o nobre ideal esquerdista de justiça social], os ´erros´que possam ter cometido só se explicam por uma fraqueza momentãnea [afinal, errar é humano]devido, evidentemente, a ação diabólica do neoliberalismo e a atmosfera sufocante do capitalismo. MORAL DA HISTÓRIA - ESTAMOS FODIDOS ********************* Não só as consequencias da práxis petista são moralmente desastrosas mas também os atos e, principalmente, as intenções são intrinsecamente hediondos. O Ideal esquerdista de justiça social, isto é, de igualdade e solidariedade compulsórias,é na verdade o invólucro [o velho expediente retórico do eufemismo] do projeto revolucionário em curso de mudar a natureza humana, fazendo do Estado, isto é, do Partido, a fonte única e exclusiva de todos os deveres, tanto os deveres para com os outros quanto até mesmo os deveres para consigo, em detrimento da consciencia e liberdade individuais.Daí o fato dessa canalha se arrogar o porta-voz do povo, justificando os atos mais sórdidos como meios necessários á defessa das ´causas populares´. Tudo isso, infelizmente, é a gramática da novilígua petista, na qual o brasileiro está forjando um repertório de idéias confusas e reinvindicando suas doses diárias de soma. Socorro, alguém pode me dizer onde encontrar a reserva mais próxima de selvagens ?

Teratologia chauinensteiniana

De há muito estou convicto de que o criador é inteiramente responsável pela criatura. E parece que a dama rubra, a Hebe camargo da filosofia, como um outro intelectual esquerdopata se referia a Dra. Marilena Chauí, concorda comigo, pois faz todo tipo de contorcionismo linguístico para defender o produto de sua mente teratológica. Só não recomendo insistirem nessa tese, porque é bem possível que sua perspicácia filosófica, embalada por estruturalismos e marxismos uspianos, a desperte para os dilemas da teodicéia. Claro, a exist~encia da malandragem esquerdista é uma prova inconteste da inexist~encia de Deus ou, pelo menos, da imperfeição de sua vontade, que, mesmo com certa relutãncia, acabou atendendo as orações da ilustrada classe média tupiniquim. Afinal, não foi Ele que, de acordo com nossa zelite reacionária e a mídia golpista e conservadora, criou tudo o que existe Ezte paizzz só se conserta mesmo por intervenção divina....e uns toques do diabo. Olha o que ela ajudou a criar:"PT conclui seu 3º Congresso afirmando QUERER ser um partido MILITANTE". Peraí, eles querem?. Por acaso eles não são? Alguém já viu militante de, sei lá, PFL ou então bacalhau fresco? Ou será o nível de insanidade da militãncia que tá baixo. Onde se lê partido MILITANTE, leia-se partido ÚNICO.

O que é socialismo

Socialismo é a mais sofisticada arte já inventada de enganar o mais obtuso dos beócios, o ´povo´, que, evidentemente, inclui as zélite, ou seja, a arte da imbecilidade coletiva, como diria Olavo de Carvalho. ou, numa definição mais erudita e mais de acordo com os textos de Marx, a arte de fazer passar a contradição da teoria por teoria da contradição, ou seja, o conflito conceitual que, se instaurado, destrói o dircurso por prova da existencia de lutas de classes e de um ´sentido da história´ É como se quiséssemos explicar a eventual solidariedade entre um ferreiro e um marceneiro através da expressão ´pau de ferro´, que tem tanto sentido quanto´, no jargão esquerdista, ´consci~encia de classe´ ´justiça social´ ´terrorismo de estado' ´cidadania plena´,´democracia formal´´políticas públicas´, ´função social da propriedade´, ´movimentos sociais´´direito alternativo´´mais-valia´ ´propriedade privada´[subtendendo ´propriedade coletiva´], ´economia de mercado´[subtendendo economia planificada. Hum, seria possível uma economia sem liberdade para trocar, vender, comprar, consumir etc?], ´capitalismo selvagem´[isso deve ser um escambo mais complexo] , ´expropriação´[ esta é fácil, quer dizer roubo]´exploração do homem pelo homem´[talvez, uma suruba em sauna gay] ´um outro mundo possível´,´ditatura do proletariado´,'inclusão social', 'ação afirmativa'...ufa, cansei. Aliás, de exploração, mais-valia e ditatura Marx entendia bem. Que o diga sua empregada, que nunca viu a cor do dinheiro do barbudo.

Perda de filiados expõe crise dos partidos políticos alemães

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Líderes do SPD durante congresso do partido, o mais afetado pela fuga de filiados A queda constante no número de integrantes dos maiores partidos da Alemanha e o fortalecimentos das organizações não governamentais põem em xeque a representatividade do modelo partidário. A grande coalizão que governa a Alemanha apresentou, em agosto, uma sugestão para salvar os partidos políticos do país: 20 milhões de euros adicionais deveriam sair dos cofres públicos a cada ano para reverter a grave situação financeira das agremiações. Sob fortes críticas, a idéia foi logo posta de lado. Mas o debate em torno da proposta evidenciou a profunda crise pela qual passam os partidos políticos, cujo número de filiados cai ano após ano e, com eles, o dinheiro das contribuições. Serão os partidos um modelo ultrapassado? Cientistas políticos dizem que não. "O sistema político alemão é inimaginável sem partidos. Eles sempre terão uma função central", afirma Oskar Niedermayer, do grupo de pesquisa sobre partidos políticos da Associação Alemã para Ciências Políticas, um dos mais importantes centros de estudo desta área na Alemanha. Klaus Detterbeck, da Universidade de Magdeburg, é da mesma opinião: "Há uma mudança na forma de ação – mas os partidos políticos não perderão importância." Niedermayer lembra que há décadas já se fala numa suposta crise dos partidos políticos, e "nem por isso eles deixaram de existir." Mas há diversos processos de transformação social em curso na Europa Ocidental que também os afetarão. Concorrência das ONGs De um lado, os partidos políticos têm que lidar hoje com a concorrência das organizações não governamentais (ONGs) e dos novos movimentos sociais. "Nos anos 50, quem quisesse agir politicamente tinha de se filiar a um partido, enquanto hoje ele pode ir, por exemplo, para a Attac", comenta Niedermayer. Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Protesto da Attac reúne jovens em ColôniaEspecialmente os jovens preferem esse engajamento focado em projetos específicos e por um prazo limitado. E, se a "concorrência" para os partidos aumentou, o número de pessoas interessadas em ter uma participação política não é maior hoje do que era nos anos 50. Detterbeck vai ainda mais longe: muitos potenciais membros de partidos políticos podem mesmo deixar a política completamente de lado em favor dos movimentos sociais. Niedermayer avalia também que os círculos clássicos nos quais os partidos políticos estavam enraizados se dissolveram. Como igrejas e sindicatos também sofrem com a falta de membros, eles deixam de servir como "espaço de recrutamento" para os partidos políticos. "Até mesmo o comportamento das pessoas em relação ao seu tempo livre mudou", comenta Niedermayer. "Elas não dependem mais dos partidos políticos como formadores de opinião e difusores de informações." Pequenos são menos afetados Para Detterbeck, há ainda outra mudança fundamental no sistema partidário: a decisões são tomadas freqüentemente por políticos profissionais nas bancadas parlamentares ou nas comissões especializadas. "As bases só participam marginalmente das decisões." Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Congresso do Partido Verde: menos afetadoUma tendência que parece ser irreversível. "Processos de decisão complexos exigem profissionais especializados. É inimaginável que um cidadão comum use seu tempo livre para desenvolver idéias sobre a política energética européia", exemplifica Detterbeck. Segundo ele, isso contribui para tornar cada vez menos atrativa a participação num partido político. Já Niedermayer diz não acreditar que a fuga de filiados esteja relacionada às reduzidas oportunidades de participação interna. Nem todos os partidos são atingidos da mesma forma pelo fenômeno: principalmente os pequenos, que não precisam defender interesses de grupos heterogêneos, têm poucos problemas com filiados. A Esquerda afeta os social-democratas O Partido Social Democrata da Alemanha (SPD) é o mais afetado pela queda no número de filiados. No final de 2006, em torno de 560 mil pessoas integravam o partido – no início dos anos 1990, eram mais de 900 mil. Na CDU, principal rival dos social-democratas, também diminuiu o número de membros, mas menos: de 658 mil para 553 mil no mesmo período. No entanto, a perda de filiados do SPD não está relacionada à sua atual liderança, salienta Niedermayer, lembrando que "o problema não surgiu nos últimos 18 meses". A dissolução dos seus ambientes tradicionais e a transformação econômica, que trouxe consigo a diminuição da classe trabalhadora, acertaram em cheio o SPD. A isso, soma-se o impopular programa de reformas Agenda 2010, que acarretou uma onda de desligamento de filiados, e o aumento da concorrência no espectro político de esquerda, primeiramente pelo Partido Verde, mais tarde pelo recém-fundado partido A Esquerda. Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Oskar Lafontaine, presidente de A Esquerda"Em médio prazo, o SPD terá que aprender a lidar com A Esquerda", acrescenta Niedermayer, por mais que o furor em torno do partido tenha passado e os almejados prognósticos de 20% dos votos sejam "típicos de contos de fadas". Mesmo assim, Niedermayer prevê que o partido continuará tendo representantes no Bundestag (a câmara baixa do Parlamento alemão), bem como nos governos dos estados da antiga Alemanha Oriental e, futuramente, mesmo em alguns estados do oeste do país. "Na Escandinávia também houve partidos que se estabeleceram mais à esquerda que os social-democratas no espectro político", compara Detterbeck. "Trata-se, em parte, de partidos relativamente populistas, mas isso é o suficiente para mantê-los nos parlamentos." Tempos nada fáceis A dificuldade para encontrar novos membros é um problema de todos os partidos. "E eles não aceitam isso com indiferença", afirma Detterbeck. "Criar estímulos, remover obstáculos, gerar oportunidades" são as medidas que os partidos políticos tomam para combater a queda do número filiados e o seu envelhecimento. Eles criam novas maneiras de participação (por exemplo por meio de eleições primárias diretas), diminuem as barreiras para ingresso na agremiação e procuram atrair novos membros através de projetos locais. "Tudo isso funciona de certa forma, mas não gera centenas de filiações", avalia Niedermayer. "Não está prevista uma era dourada para o futuro próximo. Os partidos terão que fazer de tudo para manter constante o seu número de sócios." Stefan Dietrich (rr) Share this article What is Social Bookmarking? VER COMENTÁRIO NA POSTAGEM ANTERIOR

Militância esquerdista e ongs

Ong é o novo monstrengo esquerdista que chegou para corroborar a idéia estapafúrdia de ´sociedade civil organizada' e ajudar no aparelhamento do Estado. Como a ´organização´da sociedade civil é a cooptação partidária que se quer fazer passar por algo espontaneo, ou seja, movimento social revestido de uma falsa aparencia de legalidade, é de se esperar que, onde prevaleça a hegemonia esquerdista, os partidos políticos tendam a desaparecer. É o que está acontencendo na Alemanha. No Brasil, isto se encontra em pleno vapor. Basta observar que, no PT, uma grande parte do seu potencial de mobilização das massas, isto é, de sua militãncia, está nas mãos de ongs, sindicatos e movimentos sociais. Assim, a petralha atua num duplo flanco. Diretamente nas instituições públicas [ e até indiretamente nas privadas], financiando os agitadores e propagandistas, os quais, por sua vez,agem no sentido de neutralizar qualquer eventual reação, esta sim espontñea, ao caos estabelecido, além de suscitar animosidades irracionais contra o Estado democrático de direito e as forças produtivas [incluindo aí a incorporação do banditismo na luta revolucionária]. Penso até que essa tendencia atinja também os partidos que, nominalmente, se alinham á direita, cuja única orientação ideológica é o clientelismo e cujos militantes são arregimentados de última hora em véspera de eleição. FATO -crise pela qual passam os partidos políticos, cujo número de filiados cai ano após ano e, com eles, o dinheiro das contribuições [a este problema a petralha está imunde] UMA DAS EXPLICAÇÕES é dada pelo cientista político Oskar Niedermayer [hehehe, acho que estou ficando paranóico],do grupo de pesquisa sobre partidos políticos da Associação Alemã para Ciências Políticas, um dos mais importantes centros de estudo desta área na Alemanha [mesmo numa terra de pensadores natos não dá prá confiar] SERÁ ISTO CAUSA OU CONSEQUENCIA DESSA ´CRISE´? aumento da concorrência no espectro político de esquerda, primeiramente pelo Partido Verde, mais tarde pelo recém-fundado partido A Esquerda [puta nome de partido, o cara que bolou é um gênio].

O monopólio petista da moral: os donos das regras do bem agir

A sra. Marilena Chauí, o pornógrafo Giraldelli e outros filosofeiros de plantão contaminaram a mente de estudantes com a ideologicamente sagaz distinção entre ética e moral, a de que aquela é da esfera pública, de valor objetivo, e esta, da esfera privada, válida apenas subjetivamente. Daí por que, desse ponto de vista, o sujeito moral é aquele que "possui" ética, que, sendo coisa, e coisa pública, é propriedade coletiva, isto é, daqueles que falam em nome do povo. Nesse contexto, se pode entender o fato de o pt sempre reivindidar a prerrogativa da ética, como se fosse "coisa" exclusiva deles, mas que, em verdade, é fruto da "arte" da empulhação.Vejam o que a imbecilidade é capaz de produzir!Ética é uma disciplina prática cujo objeto, portanto, é o ethos, a moral, isto é, tanto as regras subtendidas pelos costumes (as ações geralmente praticadas)quanto a consciência do agente de que tais regras, por si mesmas, obrigam a vontade e, por conseguinte, representam a ação como objetivamente necessária, isto é, a boa escolha. Assim, a ética estuda o agir humano à busca de um fundamento racional que torne possível decidir, entre duas regras práticas contraditórias entre si (por exemplo, a que prescreve a veracidade como dever e a que a nega, permitindo a mentira), qual determina o bem em questão, uma vez que elas, independentemente do seu caráter consuetudinário, ou seja, antes de se constituirem em fatos sociais, não podem ser ambas boas ou ambas más.Por isso, quem é ético sempre está disposto a fundamentar racionalmente as regras de conduta, sejam elas quais forem e seja quem for que as adote. Mas quem é moral efetivamente pratica aquilo que ele "sabe" ser o dever, isto é, que contraria em alguma medida suas inclinações naturais, respeitando as leis do seu país e as regras geralmente aceitas, isto é, consagradas pela tradição, em detrimento de todo capricho revolucionário e todo ímpeto de fazer caridade com dinheiro dos outros.O PT NÃO FAZ NEM UMA COISA NEM OUTRA