26 de setembro de 2008

VIVE LA TRANCE, VIVE LA FEMME (CARLA BRUNI, LOANE. JANE BIRKIN)

25 de setembro de 2008

GENERAL HELENO, TÔ CONTIGO E NÃO ABRO!

Elogio à honestidade intelectual

E-mail ("Orgulho de tê-lo como colega de profissão") enviado por mim ao prof. aposentado do Departamento de Educação da Unicamp, Eduardo Chaves:
Caro prof. Eduardo Chaves, não pude conter a minha enorme satisfação ao ler, no Jornal da Unicamp, sua brilhante resposta à "carta-denúncia" dirigida à sua pessoa pelo Cemarx, esse comitê esquerdista de militância e propaganda travestido de centro de estudos e pesquisa cientíica, o qual se abriga na Unicamp, para a vergonha desta tão prestigiosa instituição em que tive a honra de obter minha formação acadêmica e a Graça Divina de ficar imune ao cerco ideológico que, infelizmente, tomou de assalto todo o ensino superior no Brasil. Parabéns por sua coragem e lucidez em não deixar passar em brancas nuvens algo absolutamente estarrecedor, que, por si só, já revela a indigência intelectual e a impostura dessa gente, para não dizer o seu alto grau de periculosidade para as democracias liberais e os direitos fundamentais do cidadão, de cujo bolso - sempre é bom lembrar - saem os recursos (sob essa forma legal de extorsão chamada imposto) que bancam as diatribes da canalha revolucionária, estrategicamente alojada, como pulgas na densa pelugem de um Sheep-Dog, em toda e qualquer instituição pública. Pois é exatamente isto o que caracteriza o "ethos" de quem, gozando das regalias do estado democrático de direito, se diz defensor "da liberdade de pensamento e de pesquisa nas universidades": "O artigo deixa evidente que os marxistas acreditam que a ética (na "política revolucionária", feita para derrubar "a sociedade burguesa") é uma "impossibilidade completa". Ela só poderia existir depois de a "práxis revolucionária" ter transformado a sociedade burguesa na sociedade sem classes. Ou seja: aqui e agora, moralmente, vale tudo – desde que o fim seja a promoção da causa revolucionária" Fiz a graduação, o mestrado e o doutorado no Departamento de Filosofia (os dois últimos sob a orientação do prof. Zeljko Loparic, a quem os Céus concederam a benção de uma inestimável aposentadoria, afastando-o da incômoda companhia desses sociopatas das letras), tendo miraculosamente conseguido (e considero esse o meu maior mérito intelectual) ficar longe da influência deletéria de tipinhos como o assassino confesso João Quartim de Moraes, que, salvo engano, também faz parte da quadrilha Cemarx. Por essas e outras, é que estou hesitando em lá fazer o pós-doutorado, embora a simples idéia de vir a trabalhar de novo com o prof. Zeljko me dê algum alento. Tomei conhecimento do triste episódio por puro acaso, o que, em compensação, também me permitiu saber de sua existência e perceber que há muita gente, dentro e fora da universidade, que não compactua com o que esse banditismo intelectual fez e está fazendo com a educação: intrumentalizá-la para fins políticos insanos e, assim, levar o país à degradação moral e ao caos econômico, que é tudo com que sonham os comunistas. Um abraço e sucesso em seu trabalho na Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo PS: Serra acertou em cheio ao nomeá-lo para tal cargo. Marcos Alberto de Oliveira Prof. Adjunto na UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), Bahia
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RESPOSTA DO PROF. EDUARDO CHAVES ÀS ACUSAÇÕES QUE LHE FORAM FEITAS PELOS DIRETORES DO CEMARX
Os Diretores do Cemarx escreveram ao Diretor do IFCH uma carta com denúncias e acusações contra mim. A carta investe contra mim a propósito de matéria que escrevi em meu blog (http://ec.spaces.live.com) em 31/8/05, com o título “Ética Marxista”. Nela critico artigo publicado na revista Crítica Marxista, do Cemarx, por membro do Comitê Editorial da revista, com o título “Marxismo, Ética e Política Revolucionária”, e disponível no site da Unicamp. No artigo se afirma: “No mundo burguês, a política revolucionária... pode ser tudo menos o exercício da ética”. O artigo deixa evidente que os marxistas acreditam que a ética (na “política revolucionária”, feita para derrubar “a sociedade burguesa”) é uma “impossibilidade completa”. Ela só poderia existir depois de a “práxis revolucionária” ter transformado a sociedade burguesa na sociedade sem classes. Ou seja: aqui e agora, moralmente, vale tudo – desde que o fim seja a promoção da causa revolucionária. Se alguém duvida que o engajamento político na causa marxista é um dos objetivos do Cemarx, que leia (inter alia) o discurso do Diretor Associado do Cemarx, no site da Unicamp, por ocasião do décimo aniversário do centro: “Refletir sobre a obra de Marx nunca será um ato... inconseqüente para quem leva em conta os pressupostos teóricos centrais desse pensamento. A rigor, levar a sério o projeto intelectual de Marx implica tomar posição diante das lutas históricas que homens e mulheres travam pela transformação da ordem burguesa e capitalista”. Quanto a mim, expressei minha opinião de liberal arraigado. Não encaminhei a minha matéria como denúncia aos órgãos superiores da Unicamp pedindo que impedissem o Cemarx de existir no IFCH; em nenhum momento questionei o direito de Crítica Marxista publicar artigos como os que publica; nem sequer critiquei a opção de indivíduos, ainda hoje, fazerem de Marx a sua cartilha. A acusação de que “atentei contra liberdade de pensamento e de pesquisa nas universidades” é, assim, gratuita e mentirosa. Vivi 32 anos na Faculdade de Educação, onde fui, entre 1976 e 1984, Coordenador de Graduação, Coordenador de Pós-Graduação, Diretor Associado e Diretor. Vivi literalmente em meio a marxistas todo esse tempo, e nunca me foi feita sequer uma acusação de que eu houvesse tentado barrar a contratação de qualquer professor por ser ele marxista – mesmo eu não sendo marxista ou sequer de esquerda. Fui ativo na contratação de Paulo Freire pela FE. Nunca me foi feita sequer uma acusação de que agi de forma autoritária ou anti-acadêmica, muito menos de que tentei coibir a liberdade de pensamento e de pesquisa. Na verdade, na crise de 1981, quando da intervenção do Governo Maluf, minha bem-sucedida iniciativa de recorrer à Justiça, caminho que ninguém considerava viável, foi na defesa da academia contra o autoritarismo, da liberdade de pensamento contra o obscurantismo. Nunca fui acusado – até agora. O que mudou? Agora sou Secretário Adjunto de Ensino Superior do Estado... A matéria que escrevi no meu blog foi ignorada durante 18 meses. Agora é ressuscitada ao mesmo tempo que cartas e dossiês contra mim, alguns anônimos, são remetidos ao Governo do Estado, enviados aos jornais, distribuídos na Internet – tudo de dentro da Unicamp (um deles postado no Correio da Unicamp). Tudo isso faz parte de uma tentativa de (a) lançar a pecha, totalmente injustificada, de autoritário no governo Serra; (b) inviabilizar o trabalho da Secretaria de Ensino Superior; e, (c) se possível, me remover dessa Secretaria – ainda que através de mentira e difamação. Mas os marxistas, como ficamos sabendo no site do Cemarx, consideram a ética uma impossibilidade. Logo, para eles tudo vale. Até assassinar o caráter de quem até três meses atrás era um colega.
Eduardo Chaves, professor aposentado da Unicamp e secretário estadual adjunto de Ensino Superior
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CARTA DOS DIRETORES DO CEMARX AO JORNAL DA UNICAMP
Nota da Redação - A pedido do Centro de Estudos Marxistas (Cemarx), ligado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, o Jornal da Unicamp reproduz carta dirigida ao diretor dessa unidade, professor Arley Ramos Moreno, e assinada pelos professores Álvaro Bianchi, diretor do Cemarx, e Caio Navarro Toledo, diretor associado. Por um princípio de equanimidade, o jornal abre espaço para as considerações do professor Eduardo Chaves, ex-diretor da Faculdade de Educação da Unicamp e atual secretário adjunto da Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo, permitindo o cotejo das duas abordagens e sua resolução numa mesma edição.
A Carta do Cemarx

O objetivo desta é apresentar uma denúncia e refletir sobre fatos que devem preocupar a comunidade universitária. O governo Serra, já nos primeiros dias de sua posse (Decreto no 51460/07), tomou medidas que atentam contra a autonomia administrativa e financeira das universidades paulistas. Se isso não bastasse, temos, agora, outros motivos para temer que tais medidas intervencionistas venham se estender para o plano da pesquisa científica e da cultura. Afirmamos isso porque a Secretaria de Ensino Superior, criada pelo governo Serra, abriga em seu alto escalão um professor aposentado da Unicamp que tem defendido, nas várias páginas eletrônicas que mantém na rede mundial de computadores, idéias e valores que atentam contra a liberdade de pensamento e de pesquisa nas universidades. Trata-se do sr. Eduardo Chaves, que, na ausência do Secretário José Pinotti, responde por aquela Secretaria. O sr. Chaves possui muitas páginas eletrônicas na rede – ver a relação de todas elas no seu portal www.chaves.com.br. Numa dessas páginas, consta um texto de sua lavra em que o sr. Chaves questiona o Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) e a revista Crítica Marxista, que é uma publicação tradicionalmente ligada ao centro, por utilizarem “o espaço, a energia, o telefone e os recursos humanos” da Unicamp. Parece que o sr. Chaves quer ver o Cemarx fora da universidade. Parece que, para ele, apenas alguns temas e algumas teorias devem ser acolhidos pela universidade. No seu texto contra o Cemarx, fica claro que ele defende a limitação ao debate e ao pensamento no mundo acadêmico. Em outra página eletrônica, o sr. Chaves, que gosta de se apresentar como campeão da liberdade e da tolerância, declara que é preciso combater a esquerda na universidade. A situação é muito grave: a Secretaria responsável pelas universidades abriga, no seu alto escalão, concepções autoritárias e anti-acadêmicas. Está em questão aquilo que a universidade tem de mais caro: a liberdade de pensamento. Há dez anos, o Cemarx funciona regularmente na Unicamp, autorizado pela Congregação do nosso Instituto que, por sua vez, recebeu poder do Consu para abrir e encerrar atividades de centros internos de pesquisa. Anualmente, o Cemarx deposita, como os demais centros, um relatório de atividades que passa a integrar o relatório de trabalho do nosso instituto. O Cemarx desenvolve trabalhos de pesquisa, realiza encontros acadêmicos e mantém publicações contando com o apoio material de importantes agências de fomento, como a Fapesp e o CNPq. É um centro plural que acolhe todas as pessoas interessadas no estudo do marxismo e na discussão do socialismo. Não faz nada de diferente daquilo que fazem muitos e muitos outros centros de estudos, revistas, e seminários das áreas de humanidades da nossa e de outras universidades – como na economia, na educação, na literatura, na psicologia etc.. Centros de estudos sobre Platão, Kant, Hegel, Freud, Darwin, Keynes, Celso Furtado, Anísio Teixeira ou Paulo Freire não procedem diferentemente do Cemarx: pesquisam, debatem e divulgam os trabalhos, as idéias e as propostas políticas, econômicas, pedagógicas ou culturais desses autores – ou será que alguns desses outros autores também irão para o index do Sub-Secretário de Ensino Superior? Os professores, funcionários e estudantes das universidades paulistas devem prosseguir na luta de resistência contra o intervencionismo do Governo Serra e impedir que ele se amplie para a área científica e cultural.Alvaro Bianchi é diretor e Caio Navarro Toledo diretor associado do Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) da Unicamp
LINK PARA O JORNAL DA UNICAMP:

18 de setembro de 2008

KRAUTROCK DOWNLOAD: Monument, Paternoster, Randy California, Mogul Thrash, Otis Spann & Fleetwood Mac, Ax Genrich

Monument - First Monument (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=c116845
Paternoster - Paternoster (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=25d6841
Randy California - Kaptain Kopter And The (Fabulous) Twirly Birds (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=8606840
Mogul Thrash - Mogul Thrash (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=8cf6839
Otis Spann & Fleetwood Mac - The Biggest Thing Since Colossus (1969) http://paylesssofts.net/rs/?id=eca30958
Ax Genrich - Psychedelic Guitar (1994) http://paylesssofts.net/rs/?id=17a6816

KRAUTROCK DOWNLOAD: Web, Cosmic Eye, Ibliss, Klaus Schulze

Cosmic Eye - Dream Sequence (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=6966862
Ibliss - Supernova (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=9706859
Klaus Schulze - Black Dance (1974) http://paylesssofts.net/rs/?id=7796846

KRAUTROCK DOWNLOAD: Prof. Wolfff, Galactic Explorers, Steel Mill, Hotlegs

Prof. Wolfff - Prof. Wolfff (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=3006866
Galactic Explorers - Epitaph For Venus (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=2f36873
Steel Mill - Green Eyed God (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=4fa6888
Hotlegs - Thinks: School Stinks (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=c676889

KRAUTROCK DOWNLOAD: FELT, I DRIVE, GILA, MESSAGE

Gila - Free Electric Sound (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=2c26934
Message - From Books And Dreams (1973) http://paylesssofts.net/rs/?id=7c08283id=7c08283

Para quem não conhece, uma palhinha do genial Sponholz

17 de setembro de 2008

Homo grotensis specimens

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1. Minister of health. He developed the theory according to which anyone not born not ill

2. A typical Grotensis family.They are extremely affectionate with their children

3.Female hostess exercising the buttocks in gymnastics academy

4.Female hostess working in the urban cleanness

5. Member of the house of representatives practising art rhetoric

6. Businessman accompanied by personal security guards

7. Another holy soul that only exists here

8. Educator. He says that student the more hates teacher learn more

9.Sexually indefinite singer who uses its talent to move away males

10.Anonymous citizen giving welcome

11.Architect and spy of the KGB in Cuba

12 worship and well-informed journalist

13.President of the republic grotensis upgrading its programme of government. Legitimate philosopher-king. Disciple of Plato and Socrates, he enunciated the celebrates principle " I don´t know NOTHING, NOTHIN, NOTHI, NOTH, NOT, NO, N", whose corollary is: "except that I am drunk"

14Grotensis celebrity musician. Alan Sokal considers it a genius

15.Thinking woman

16Employee paid by the month asking for wage increase

17.Politician at work

18.Grotensis in celebration of mating, under the command by queen-bee

19.The most gentle and sweet creature grotensis. He cut hearts ... arms, head, legs, ears ...

The Oba-Oba-Mania of Homo Grotensis: The Eternal and World Famous Joke-in-Progress

'People thought I looked a bit like him': Brazilian politician Henrique dos Anjos has changed his name to Barack Obama

Now for Brazil's Barack Obamas - all six of them Tom Phillips The Guardian
Walk into a polling station in Belford Roxo, an impoverished city on the fringes of Rio de Janiero, on October 5 and you will be faced with an historic choice. You could vote for Alcides Rolim, the Workers' Party mayoral candidate promising a "city for all" or Elizeu Pitorra, a local communist who believes it is "time for a change". Most voters, however, will probably opt for Barack Obama, a 39-year-old Brazilian who, until recently, was known as Claudio Henrique dos Anjos. Welcome to Obama-mania, Brazil-style. Few countries have embraced the idea of the US's first black president as enthusiastically as Brazil, a country with one of the largest Afro-descendant populations on Earth yet where black faces remain a minority in politics. Obama T-shirts are everywhere while chat shows and newspaper columns are filled with talk of the 47-year-old Illinois senator. Now even Brazil's politicians are lining up for their piece of the pie. Due to a quirk of Brazilian law, candidates are allowed to run under the name of their choice. As a result, at least six Brazilian politicians have officially renamed themselves "Barack Obama" in a bid to get an edge over their rivals in October's municipal elections. "In truth it was an accident," says Belford Roxo's Obama, an IT consultant who is bidding to become the city's first black mayor. "I'd been on the television wearing a suit and people thought I looked a bit like him so they started calling me Barack Obama. They'd see me in the street and shout: 'Hey! Barack!" So I decided to register it." Like his illustrious American counterpart, who has relatives in Kenya, Brazil's Obama also has one foot in Africa. His grandfather was the descendant of slaves. He admits he has also been looking to his namesake's speeches for inspiration. "I say the same things. I talk about political renewal, change, about transforming the city." Despite their similarities the two Obamas have yet to meet although the Brazilian Obama says that as mayor he would "extend an invitation" to the real Obama to dine in Belford Roxo. "It would be great if he could come and see our reality," he beams. "Just imagine."
NO COMMENTS, PLEASE
TERRA GROTENSIS, LOCATION:
Eastern half of the South American continent

Extended vision of the grotensis territory:

The central point is Belford Roxo (Purple Belford). Sorry, Foreigner, this surpass its sense of mood. In any case, note that the tropical forest is not destroyed as well. Dont listen what UN and NGOs say about the Grotensis Land!

Grotensis Land view from outer space: