25 de setembro de 2008

GENERAL HELENO, TÔ CONTIGO E NÃO ABRO!

Elogio à honestidade intelectual

E-mail ("Orgulho de tê-lo como colega de profissão") enviado por mim ao prof. aposentado do Departamento de Educação da Unicamp, Eduardo Chaves:
Caro prof. Eduardo Chaves, não pude conter a minha enorme satisfação ao ler, no Jornal da Unicamp, sua brilhante resposta à "carta-denúncia" dirigida à sua pessoa pelo Cemarx, esse comitê esquerdista de militância e propaganda travestido de centro de estudos e pesquisa cientíica, o qual se abriga na Unicamp, para a vergonha desta tão prestigiosa instituição em que tive a honra de obter minha formação acadêmica e a Graça Divina de ficar imune ao cerco ideológico que, infelizmente, tomou de assalto todo o ensino superior no Brasil. Parabéns por sua coragem e lucidez em não deixar passar em brancas nuvens algo absolutamente estarrecedor, que, por si só, já revela a indigência intelectual e a impostura dessa gente, para não dizer o seu alto grau de periculosidade para as democracias liberais e os direitos fundamentais do cidadão, de cujo bolso - sempre é bom lembrar - saem os recursos (sob essa forma legal de extorsão chamada imposto) que bancam as diatribes da canalha revolucionária, estrategicamente alojada, como pulgas na densa pelugem de um Sheep-Dog, em toda e qualquer instituição pública. Pois é exatamente isto o que caracteriza o "ethos" de quem, gozando das regalias do estado democrático de direito, se diz defensor "da liberdade de pensamento e de pesquisa nas universidades": "O artigo deixa evidente que os marxistas acreditam que a ética (na "política revolucionária", feita para derrubar "a sociedade burguesa") é uma "impossibilidade completa". Ela só poderia existir depois de a "práxis revolucionária" ter transformado a sociedade burguesa na sociedade sem classes. Ou seja: aqui e agora, moralmente, vale tudo – desde que o fim seja a promoção da causa revolucionária" Fiz a graduação, o mestrado e o doutorado no Departamento de Filosofia (os dois últimos sob a orientação do prof. Zeljko Loparic, a quem os Céus concederam a benção de uma inestimável aposentadoria, afastando-o da incômoda companhia desses sociopatas das letras), tendo miraculosamente conseguido (e considero esse o meu maior mérito intelectual) ficar longe da influência deletéria de tipinhos como o assassino confesso João Quartim de Moraes, que, salvo engano, também faz parte da quadrilha Cemarx. Por essas e outras, é que estou hesitando em lá fazer o pós-doutorado, embora a simples idéia de vir a trabalhar de novo com o prof. Zeljko me dê algum alento. Tomei conhecimento do triste episódio por puro acaso, o que, em compensação, também me permitiu saber de sua existência e perceber que há muita gente, dentro e fora da universidade, que não compactua com o que esse banditismo intelectual fez e está fazendo com a educação: intrumentalizá-la para fins políticos insanos e, assim, levar o país à degradação moral e ao caos econômico, que é tudo com que sonham os comunistas. Um abraço e sucesso em seu trabalho na Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo PS: Serra acertou em cheio ao nomeá-lo para tal cargo. Marcos Alberto de Oliveira Prof. Adjunto na UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), Bahia
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RESPOSTA DO PROF. EDUARDO CHAVES ÀS ACUSAÇÕES QUE LHE FORAM FEITAS PELOS DIRETORES DO CEMARX
Os Diretores do Cemarx escreveram ao Diretor do IFCH uma carta com denúncias e acusações contra mim. A carta investe contra mim a propósito de matéria que escrevi em meu blog (http://ec.spaces.live.com) em 31/8/05, com o título “Ética Marxista”. Nela critico artigo publicado na revista Crítica Marxista, do Cemarx, por membro do Comitê Editorial da revista, com o título “Marxismo, Ética e Política Revolucionária”, e disponível no site da Unicamp. No artigo se afirma: “No mundo burguês, a política revolucionária... pode ser tudo menos o exercício da ética”. O artigo deixa evidente que os marxistas acreditam que a ética (na “política revolucionária”, feita para derrubar “a sociedade burguesa”) é uma “impossibilidade completa”. Ela só poderia existir depois de a “práxis revolucionária” ter transformado a sociedade burguesa na sociedade sem classes. Ou seja: aqui e agora, moralmente, vale tudo – desde que o fim seja a promoção da causa revolucionária. Se alguém duvida que o engajamento político na causa marxista é um dos objetivos do Cemarx, que leia (inter alia) o discurso do Diretor Associado do Cemarx, no site da Unicamp, por ocasião do décimo aniversário do centro: “Refletir sobre a obra de Marx nunca será um ato... inconseqüente para quem leva em conta os pressupostos teóricos centrais desse pensamento. A rigor, levar a sério o projeto intelectual de Marx implica tomar posição diante das lutas históricas que homens e mulheres travam pela transformação da ordem burguesa e capitalista”. Quanto a mim, expressei minha opinião de liberal arraigado. Não encaminhei a minha matéria como denúncia aos órgãos superiores da Unicamp pedindo que impedissem o Cemarx de existir no IFCH; em nenhum momento questionei o direito de Crítica Marxista publicar artigos como os que publica; nem sequer critiquei a opção de indivíduos, ainda hoje, fazerem de Marx a sua cartilha. A acusação de que “atentei contra liberdade de pensamento e de pesquisa nas universidades” é, assim, gratuita e mentirosa. Vivi 32 anos na Faculdade de Educação, onde fui, entre 1976 e 1984, Coordenador de Graduação, Coordenador de Pós-Graduação, Diretor Associado e Diretor. Vivi literalmente em meio a marxistas todo esse tempo, e nunca me foi feita sequer uma acusação de que eu houvesse tentado barrar a contratação de qualquer professor por ser ele marxista – mesmo eu não sendo marxista ou sequer de esquerda. Fui ativo na contratação de Paulo Freire pela FE. Nunca me foi feita sequer uma acusação de que agi de forma autoritária ou anti-acadêmica, muito menos de que tentei coibir a liberdade de pensamento e de pesquisa. Na verdade, na crise de 1981, quando da intervenção do Governo Maluf, minha bem-sucedida iniciativa de recorrer à Justiça, caminho que ninguém considerava viável, foi na defesa da academia contra o autoritarismo, da liberdade de pensamento contra o obscurantismo. Nunca fui acusado – até agora. O que mudou? Agora sou Secretário Adjunto de Ensino Superior do Estado... A matéria que escrevi no meu blog foi ignorada durante 18 meses. Agora é ressuscitada ao mesmo tempo que cartas e dossiês contra mim, alguns anônimos, são remetidos ao Governo do Estado, enviados aos jornais, distribuídos na Internet – tudo de dentro da Unicamp (um deles postado no Correio da Unicamp). Tudo isso faz parte de uma tentativa de (a) lançar a pecha, totalmente injustificada, de autoritário no governo Serra; (b) inviabilizar o trabalho da Secretaria de Ensino Superior; e, (c) se possível, me remover dessa Secretaria – ainda que através de mentira e difamação. Mas os marxistas, como ficamos sabendo no site do Cemarx, consideram a ética uma impossibilidade. Logo, para eles tudo vale. Até assassinar o caráter de quem até três meses atrás era um colega.
Eduardo Chaves, professor aposentado da Unicamp e secretário estadual adjunto de Ensino Superior
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CARTA DOS DIRETORES DO CEMARX AO JORNAL DA UNICAMP
Nota da Redação - A pedido do Centro de Estudos Marxistas (Cemarx), ligado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, o Jornal da Unicamp reproduz carta dirigida ao diretor dessa unidade, professor Arley Ramos Moreno, e assinada pelos professores Álvaro Bianchi, diretor do Cemarx, e Caio Navarro Toledo, diretor associado. Por um princípio de equanimidade, o jornal abre espaço para as considerações do professor Eduardo Chaves, ex-diretor da Faculdade de Educação da Unicamp e atual secretário adjunto da Secretaria de Ensino Superior do Estado de São Paulo, permitindo o cotejo das duas abordagens e sua resolução numa mesma edição.
A Carta do Cemarx

O objetivo desta é apresentar uma denúncia e refletir sobre fatos que devem preocupar a comunidade universitária. O governo Serra, já nos primeiros dias de sua posse (Decreto no 51460/07), tomou medidas que atentam contra a autonomia administrativa e financeira das universidades paulistas. Se isso não bastasse, temos, agora, outros motivos para temer que tais medidas intervencionistas venham se estender para o plano da pesquisa científica e da cultura. Afirmamos isso porque a Secretaria de Ensino Superior, criada pelo governo Serra, abriga em seu alto escalão um professor aposentado da Unicamp que tem defendido, nas várias páginas eletrônicas que mantém na rede mundial de computadores, idéias e valores que atentam contra a liberdade de pensamento e de pesquisa nas universidades. Trata-se do sr. Eduardo Chaves, que, na ausência do Secretário José Pinotti, responde por aquela Secretaria. O sr. Chaves possui muitas páginas eletrônicas na rede – ver a relação de todas elas no seu portal www.chaves.com.br. Numa dessas páginas, consta um texto de sua lavra em que o sr. Chaves questiona o Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) e a revista Crítica Marxista, que é uma publicação tradicionalmente ligada ao centro, por utilizarem “o espaço, a energia, o telefone e os recursos humanos” da Unicamp. Parece que o sr. Chaves quer ver o Cemarx fora da universidade. Parece que, para ele, apenas alguns temas e algumas teorias devem ser acolhidos pela universidade. No seu texto contra o Cemarx, fica claro que ele defende a limitação ao debate e ao pensamento no mundo acadêmico. Em outra página eletrônica, o sr. Chaves, que gosta de se apresentar como campeão da liberdade e da tolerância, declara que é preciso combater a esquerda na universidade. A situação é muito grave: a Secretaria responsável pelas universidades abriga, no seu alto escalão, concepções autoritárias e anti-acadêmicas. Está em questão aquilo que a universidade tem de mais caro: a liberdade de pensamento. Há dez anos, o Cemarx funciona regularmente na Unicamp, autorizado pela Congregação do nosso Instituto que, por sua vez, recebeu poder do Consu para abrir e encerrar atividades de centros internos de pesquisa. Anualmente, o Cemarx deposita, como os demais centros, um relatório de atividades que passa a integrar o relatório de trabalho do nosso instituto. O Cemarx desenvolve trabalhos de pesquisa, realiza encontros acadêmicos e mantém publicações contando com o apoio material de importantes agências de fomento, como a Fapesp e o CNPq. É um centro plural que acolhe todas as pessoas interessadas no estudo do marxismo e na discussão do socialismo. Não faz nada de diferente daquilo que fazem muitos e muitos outros centros de estudos, revistas, e seminários das áreas de humanidades da nossa e de outras universidades – como na economia, na educação, na literatura, na psicologia etc.. Centros de estudos sobre Platão, Kant, Hegel, Freud, Darwin, Keynes, Celso Furtado, Anísio Teixeira ou Paulo Freire não procedem diferentemente do Cemarx: pesquisam, debatem e divulgam os trabalhos, as idéias e as propostas políticas, econômicas, pedagógicas ou culturais desses autores – ou será que alguns desses outros autores também irão para o index do Sub-Secretário de Ensino Superior? Os professores, funcionários e estudantes das universidades paulistas devem prosseguir na luta de resistência contra o intervencionismo do Governo Serra e impedir que ele se amplie para a área científica e cultural.Alvaro Bianchi é diretor e Caio Navarro Toledo diretor associado do Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) da Unicamp
LINK PARA O JORNAL DA UNICAMP:

18 de setembro de 2008

KRAUTROCK DOWNLOAD: Monument, Paternoster, Randy California, Mogul Thrash, Otis Spann & Fleetwood Mac, Ax Genrich

Monument - First Monument (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=c116845
Paternoster - Paternoster (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=25d6841
Randy California - Kaptain Kopter And The (Fabulous) Twirly Birds (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=8606840
Mogul Thrash - Mogul Thrash (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=8cf6839
Otis Spann & Fleetwood Mac - The Biggest Thing Since Colossus (1969) http://paylesssofts.net/rs/?id=eca30958
Ax Genrich - Psychedelic Guitar (1994) http://paylesssofts.net/rs/?id=17a6816

KRAUTROCK DOWNLOAD: Web, Cosmic Eye, Ibliss, Klaus Schulze

Cosmic Eye - Dream Sequence (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=6966862
Ibliss - Supernova (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=9706859
Klaus Schulze - Black Dance (1974) http://paylesssofts.net/rs/?id=7796846

KRAUTROCK DOWNLOAD: Prof. Wolfff, Galactic Explorers, Steel Mill, Hotlegs

Prof. Wolfff - Prof. Wolfff (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=3006866
Galactic Explorers - Epitaph For Venus (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=2f36873
Steel Mill - Green Eyed God (1972) http://paylesssofts.net/rs/?id=4fa6888
Hotlegs - Thinks: School Stinks (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=c676889

KRAUTROCK DOWNLOAD: FELT, I DRIVE, GILA, MESSAGE

Gila - Free Electric Sound (1971) http://paylesssofts.net/rs/?id=2c26934
Message - From Books And Dreams (1973) http://paylesssofts.net/rs/?id=7c08283id=7c08283

Para quem não conhece, uma palhinha do genial Sponholz

17 de setembro de 2008

Homo grotensis specimens

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1. Minister of health. He developed the theory according to which anyone not born not ill

2. A typical Grotensis family.They are extremely affectionate with their children

3.Female hostess exercising the buttocks in gymnastics academy

4.Female hostess working in the urban cleanness

5. Member of the house of representatives practising art rhetoric

6. Businessman accompanied by personal security guards

7. Another holy soul that only exists here

8. Educator. He says that student the more hates teacher learn more

9.Sexually indefinite singer who uses its talent to move away males

10.Anonymous citizen giving welcome

11.Architect and spy of the KGB in Cuba

12 worship and well-informed journalist

13.President of the republic grotensis upgrading its programme of government. Legitimate philosopher-king. Disciple of Plato and Socrates, he enunciated the celebrates principle " I don´t know NOTHING, NOTHIN, NOTHI, NOTH, NOT, NO, N", whose corollary is: "except that I am drunk"

14Grotensis celebrity musician. Alan Sokal considers it a genius

15.Thinking woman

16Employee paid by the month asking for wage increase

17.Politician at work

18.Grotensis in celebration of mating, under the command by queen-bee

19.The most gentle and sweet creature grotensis. He cut hearts ... arms, head, legs, ears ...

The Oba-Oba-Mania of Homo Grotensis: The Eternal and World Famous Joke-in-Progress

'People thought I looked a bit like him': Brazilian politician Henrique dos Anjos has changed his name to Barack Obama

Now for Brazil's Barack Obamas - all six of them Tom Phillips The Guardian
Walk into a polling station in Belford Roxo, an impoverished city on the fringes of Rio de Janiero, on October 5 and you will be faced with an historic choice. You could vote for Alcides Rolim, the Workers' Party mayoral candidate promising a "city for all" or Elizeu Pitorra, a local communist who believes it is "time for a change". Most voters, however, will probably opt for Barack Obama, a 39-year-old Brazilian who, until recently, was known as Claudio Henrique dos Anjos. Welcome to Obama-mania, Brazil-style. Few countries have embraced the idea of the US's first black president as enthusiastically as Brazil, a country with one of the largest Afro-descendant populations on Earth yet where black faces remain a minority in politics. Obama T-shirts are everywhere while chat shows and newspaper columns are filled with talk of the 47-year-old Illinois senator. Now even Brazil's politicians are lining up for their piece of the pie. Due to a quirk of Brazilian law, candidates are allowed to run under the name of their choice. As a result, at least six Brazilian politicians have officially renamed themselves "Barack Obama" in a bid to get an edge over their rivals in October's municipal elections. "In truth it was an accident," says Belford Roxo's Obama, an IT consultant who is bidding to become the city's first black mayor. "I'd been on the television wearing a suit and people thought I looked a bit like him so they started calling me Barack Obama. They'd see me in the street and shout: 'Hey! Barack!" So I decided to register it." Like his illustrious American counterpart, who has relatives in Kenya, Brazil's Obama also has one foot in Africa. His grandfather was the descendant of slaves. He admits he has also been looking to his namesake's speeches for inspiration. "I say the same things. I talk about political renewal, change, about transforming the city." Despite their similarities the two Obamas have yet to meet although the Brazilian Obama says that as mayor he would "extend an invitation" to the real Obama to dine in Belford Roxo. "It would be great if he could come and see our reality," he beams. "Just imagine."
NO COMMENTS, PLEASE
TERRA GROTENSIS, LOCATION:
Eastern half of the South American continent

Extended vision of the grotensis territory:

The central point is Belford Roxo (Purple Belford). Sorry, Foreigner, this surpass its sense of mood. In any case, note that the tropical forest is not destroyed as well. Dont listen what UN and NGOs say about the Grotensis Land!

Grotensis Land view from outer space:

The Right Brothers The List

E olha que essa blacklist tá bem incompleta. Filhos-da-puta traidores da America proliferam como coelhos, pensam como asnos, agem como vírus da aids e são tão relevantes para o aperfeiçoamento moral e intelectual da humanidade como aquele peido que vc. deixou escapar perto de sua namorada.

Resurrection Band - Broken Promises (1978)

Outra jóia dos Sevenths. É o hard rock cristão da Ressurrection Band, que tem uma pegada bem no clima da nwobhm.

TRYTAN - Sylentige and Gettin' Ready

Prog rock cristão bem Rush e Triumph

MARANATHA - rock progressivo cristão dos anos 70

Na linha Chigaco Transit Autority e Blood, Sweet and Tears, com uma arrebatadora sessão de metais combinada com uma estrutura melódica típica dos grupos mais sinfônicos. Maravilha, música que honra o Nosso Senhor Jesus Cristo

Junkyard Prophet - "Remember Me" Junkyard Records

JUNKYARD PROPHETS - The Price

Tracks:
01 - Intro 02 - Remember Me 03 - Betta Beware 04 - Junkyard Rock 05 - Why? 06 - Shoulda Known Betta 07 - Faith 08 - One Heart (With Rap) 09 - Enemies Of The State 10 - Meetin` Thy Maker 11 - One Heart (Wothout Rap) 12 - Whatcha Want 13 - Tear`Em Down 14 - Outro

Right-Wing Rock

Coming soon to a school near you, and at taxpayer expense.
By Brian D. GreerWednesday November 16, 2005
First there was Ted Nugent. Then Foghat. (Okay, that was just an ugly rumor.) Now there’s a new right-wing band to vying for the hearts and minds of America ’s youth: Junkyard Prophet. But, instead of trying to beg its way onto MTV to build its audience, this band is performing directly inside of America’s high schools. Oh, and the federal government is footing the bill. That’s right. Over the last few years, a band called Junkyard Prophet (through its youth outreach organization, You Can Run But You Cannot Hide) has been touring across Middle America, spewing its ultra-conservative message at hundreds of school assemblies along the way. And it’s received hundreds of thousands of taxpayer dollars for its efforts. Armstrong Williams, eat your heart out. To be fair, unlike the Williams situation or the grossly misleading abstinence education program that the Bush Administration promulgated, there’s no allegation that the federal government is promoting or even tacitly endorsing Junkyard Prophet. Nonetheless, the band’s activities stand as yet another example of the publicly-funded, conservative indoctrination of America’s youth, and someone should put a stop to it. I first learned about Junkyard Prophet from my hometown newspaper, after its controversial appearance there last year. What I found in that article (reprinted here, scroll down) and in my subsequent research alarmed me. The story is relatively straightforward. My old high school hired an unknown, out-of-town band to perform at one of those nauseating educational school assemblies that most of us remember all too well (think: “My name is Matt Foley, and I live in a van down by the river”). As the paper tells it, “The purported content of the compulsory assembly was characterized by the performing group…as ‘drug and alcohol awareness,’ but the program’s actual content addressed a much broader list of concerns.” Rather than focusing on drug and alcohol awareness, the band instead delivered a conservative message of intolerance and extremism. What’s most alarming, however, was that this was far from an isolated incident. After some quick research I found articles from several other towns describing almost exactly the same sequence of events. In the group’s numerous school assembly appearances, frontman Bradlee Dean has covered most of the right-wing topics du jour. At one stop, for instance, Dean strongly defended the Second Amendment and said that “blaming Columbine on guns is like blaming spoons for Rosie O’Donnell being fat.” Invoking another favorite target of conservatives – the “liberal” media and entertainment industry – Dean has repeatedly criticized them for supporting and promoting adultery, homosexuality, and abortion. On religion, Dean has praised Mel Gibson’s “The Passion of the Christ,” and members of his entourage distributed religious literature at several stops. He has also told students that “there is nothing in our Constitution or founding documents about separation of church and state” and criticized the theory of evolution.
Reads the complete text in its original place: http://www.campusprogress.org/features/650/right-wing-rock

Olavizando Roberto Romano

Além da notória erudição e argúcia analítica, o prof. Romano prima pela compostura dialética e elegância discursiva, quer falando quer escrevendo. E, ainda por cima, é de uma competência pedagógica exemplar, que se destaca ainda mais pela seriedade que imprime às suas aulas e o respeito (e carinho) por aqueles que tem, ou tiveram, o prazer de ouvi-lo, como este feliz blogueiro.
Mas às vezes me irrita profundamente essa honrosa característica, sua bem conhecida polidez, acentuada ademais pela agudeza de espírito, finesse de poucos. Então, pergunto: quando é que o prof. Romano vai dominar a nobre arte do insulto e empregar, sem dó nem piedade, o poder corrosivo das palavras chulas e "palavrões"? Um VTNC proferido pelo prof. Romano, se combinado com o rigor teórico que lhe é peculiar, deve ser devastador para aqueles que se lambuzam na pocilga mental do gramscianismo, vale dizer, a canalha que ocupa redações de jornal e cátedras universitárias, além dos meliantes que ora se encontram no poder.
Vejam o que escreveu a obscurantista e autoritária viúva do asno-mor da Pedagogia revolucionária e digam se não tenho razão em indignar-me com a débil resposta do prof. Romano.Essa senhora, que só deve ser conhecida como viúva de Paulo Freire, parece ter sido re-alfabetizada com os mesmos procedimentos com que o finado marido, junto com seus títeres, imbecilizou o Brasil.
Ao menos, ela mereceria uma dura reprimenda gramatical, que não me furto a oferecer:
"Como educadora, historiadora, ex-professora da PUC e da Cátedra Paulo Freire e viúva do maior educador brasileiro PAULO FREIRE – e um dos maiores de toda a história da
humanidade – (...)"
Por que essa profusão de "e"? Será que ela pensa que isso dá vigor estilístico ao auto-elogio descarado e encobre sua completa falta do senso das proporções? Maior educador da história da humanidade!? Faz-me rir!
"(...)e repúdio ao tipo de jornalismo, que, a cada semana a revista VEJA oferece às pessoas ingênuas ou mal intencionadas de nosso país(...)"
Põe a outra vírgula, analfa.
" (...)enodoar pessoas as quais (sic) todos nós brasileiros deveríamos nos orgulhar."" (...)matéria publicada no n. 2074, de 20/08/08, conta, lamentavelmente com o apoio do filósofo Roberto Romano que escreve sobre ética, certamente em favor da ética do mercado, contra a ética da vida criada por Paulo (...)".
Acima, a viúva se mostra bastante coerente...com sua ideologia: só põe vírgula à esquerda ou, sob outro ângulo, rebela-se contra a ignominiosa proibição de se colocar vírgula entre sujeito e predicado, provavelmente por considerar que se trata aí de um rebotalho da ditadura a assombrar os filhos dessa iletrada democracia. Além do mais, ignora totalmente a função das orações subordinadas adjetivas explicativas, portanto, a diferença que há entre estas e as restritivas. Uso correto dos pronomes relativos, então, nem se fala.
"(...)Inadmissivelmente, a matéria é elaborada por duas mulheres, que, certamente para se sentirem e serem parceiras do "filósofo" e aceitas pelos neoliberais desvirtuam o papel do feminino na sociedade brasileira atual(...)"
De novo, porra! Põe o caralho da vírgula "neoliberal" à direita de "neoliberais"!
Maria do Espírito do Santo, minha querida, vc. fica calada aí diante de tal afronta à mulher! Ou vc. já sabe qual é a sua performance "no papel do feminino na sociedade brsileira"?"
(...)que tem como premissa miserabilizar os mais pobres e os mais fracos do mundo(...)"
Essa senhora é insana, megalomaníaca. Arroga-se legisladora da língua portuguesa. Que bosta de verbo é esse que eu não conhecia, "miserabilizar", que, ademais, pode ter por objeto direto o adjetivo substantivado "pobre"?Eu conheço o verbo "miserar", que se conjuga no presente do indicativa assim: eu misero, tu miseras, ele misera, nós miseramos, vós miserais, eles miseram.É horroroso, coisa de pobre mesmo, mas existe.Dona sei lá o quê, a senhora está miserando o vernáculo, pauperizando o pensamento!
Na seqüência: "(...)embora (,) para desgosto deles, estamos conseguindo, no Brasil, superar esse sonho macabro reacionário(...)"
Viram que esse negócio da vírgula é patológico. Só que agora ela faltou com a esquerda. Será que é seu obtuso senso de justiça socio-gramatical aflorando?
"(...)pelo trabalho de meu marido – na qual (sic) esta política de distribuição da renda se baseou – que"
Não adianta, gramática não é com essa senhora. Ainda bem que optou pelos hífens, mas...
Aparentemente, o trecho que segue não contém nenhum estupro à gramática. No entanto, vejam que pérola resplandecente dos píncaros da esquerdopatia em estágio terminal:
"(...)que demonstrou ao mundo que todos e todas somos sujeitos da história e não apenas objeto dela. Nas 12 páginas, nas quais proliferam um civismo às avessas e a má apreensão da realidade, os participantes e as autoras da matéria dão continuidade às práticas autoritárias, fascistas, retrógradas da cata às bruxas dos anos 50 e da ótica de subversão encontrada em todo ato humanista no nefasto período da Ditadura Militar(...)"
"(...)temerem as idéias de um homem humilde, que conheceu a fome dos nordestinos, (sic) e que na sua altivez e dignidade restaurou a esperança no Brasil(...)"
Grande merda "conhecer" a fome dos outros. Quero ver, seu pedabobozinho de bosta, vc. ficar com o bucho vazio e manter-se "altivo e digno" ao sustentar tamanhas asneiras.
"(...)a Veja quer torná-lo insignificante e os e as que a fazem (!?)vendendo a sua força de trabalho, (sic) pensam que podem, a qualquer custo, eliminar do espaço escolar(...)"
Alguém pode me explicar que diabos de construção sintática é essa aí?" Por que ela não escreve como as pessoas normais: "aqueles ou aquelas que a fazem, ou melhor, que trabalham para a referida revista (e, como não poderia deixar de ser, vendendo a preço altíssimo seus serviços, não "a sua força de trabalho", que é a faculdade de produzir algo, passível de ser explorada apenas por quem naturalmente a detém, quando não se trata de escravos )
(...)Querendo diminuí-lo e ofendê-lo, contraditoriamente a revista Veja nos dá o direito de concluir que os pais, alunos e educadores escutaram a voz de Paulo, a validando e praticando(...)"
Não ficaria melhor assim, Ana Maria Araújo Freire: "...validando-a e pondo-a em prática".
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Conclamo todos os freqüentadores do Blog do Tambosi - ateus, teístas, deístas, agnósticos - a que deixem momentaneamente de lado suas divergências acerca da religião cristã e se dirijam à primeira Igreja (católica ou protestante, não importa), prosternem-se diante do Pai Criador, rezem com toda contrição possível e peçam ao Nosso Senhor Jesus Cristo que tenha mirericórdia e nos guarde do mal que nos espreita, a despeito de não a merecermos.
Pois só um milagre pode conter essa espiral de burrice militante que assolou o país.
LINK para o Blog do Prof. Roberto Romano, onde se podem ler sua resposta e a carta histriônica da víuva daquele que instilou a luta de classes na escola:http://robertounicamp.blogspot.com/2008/09/um-ataque-esperado-com-direito-aspas-e.html

13 de setembro de 2008

VÍDEOS INÉDITOS DE POLLOCK (3): Sublime!

VÍDEOS INÉDITOS DE POLLOCK (4): Apoteose

Sob a supervisão da avó, que não entende bulufas de arte, Pollock insiste na perfeita identificação entre corpo, como receptividade para as impressões do gênio, e alma, fonte da inspiração e substrato da atividade criadora.

VÍDEO INÉDITO DE POLLOCK (2): Um momento de experimentação e rebeldia

Em manifesto descontentamento com os preceitos arbitrários da mãe repressora, que lhe exigiu pintar sentado, Pollock investe contra a parede e testa a aderência da tinta no azulejo, o que lhe permte ficar na posição que o consagrou como um dos maiores artistas plásticos de todos os tempos: ERETO

VÍDEO INÉDITO DE POLLOCK: uma infância dedicada às lambanças pictóricas

Observe-se, logo do início, a repressora mãe exigindo que ele pratique sua arte sentado, quando seu estilo requer que a tinta seja respingada do alto na tela, o que, obviamente, não é possível senão em pé ou, ao menos, de cócoras. Na sua maturidade, o artista livrou-se dessa limitação doméstica.